segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"A oração é um abrigo para cada aflição"

Certo pai cristão orava diariamente pela conversão do seu  filho. Incomodado com essas orações, o filho resolveu sair de casa. A despedida foi muito triste, pois o filho não disse para onde iria. Ali mesmo no portão, o pai se ajoelhou e orou: "Ó Deus, salva o meu filho!" Depois de muitos meses sumido numa cidade distante e sem dar notícias, aquele filho sentiu-se deprimido e inquieto. Na vépera do Natal, desejou participar de um culto. Encontrou uma igrejinha numa pequena vila. A mensagem pregada tocou-o profundamente e ele recebeu Jesus como seu Salvador.
No dia seguinte, logo cedo, foi ao correio e enviou um telegrama para seu pai: "Pai, ontem, dia 24 de dezembro, véspera de Natal, às nove da noite, aceitei Jesus Cristo como Salvador. Breve irei vê-lo". No rodapé mandou seu enderêço. Quando o telegrama chegou, a mãe, que também orava pela conversão do filho, foi para o quarto e, de joelhos, rendeu graças ao Senhor. Depois foi ao correio e mandou a seguinte resposta para o filho: "Querido filho, no dia 24, véspera do Natal, exatamente às nove da noite, seu pai faleceu. As últmas palavras que ele disse foram: "Ó Deus! Salva o meu filho!".
Às vezes ficamos zangados porque nem sempre as nossas orações são atendidas conforme as nossas expectativas e no tempo em que gostaríamos de vê-las realizadas. Esquecemos que o tempo de Deus é diferente do nosso.
O que deve ser motivo de alegria e gratidão para nós é o fato de que temos um Deus que não dorme e que
não se esquece de suas criaturas. Assim foi a experiência que o sábio Salomão teve com Deus, pois ele pôde ouvir essas belas palavras do Senhor: "Ouví a tua oração...os meus olhos estarão abertos e os meus ouvidos atentos às orações feitas neste lugar" ( 2 Crônicas 7.12e15 ).
Deus está atento! Basta termos paciência e esperar pela sua resposta.

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